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A Anátema do outro Evangelho e Espírito

Boas obras do evangelho

Um dos maiores equívocos do mundo cristão que ainda persiste em sobreviver, diante do progresso histórico conquistado no mundo cristão, é a crença protestante que define a justificação (salvação) do ser somente pela Fé sem obras ou somente a Fé.

Vamos agora refutar de vez essa definição tão vulgar das religiões modernas, perante uma visão espiritual mais abrangente para novo tempo, e mostrar que isso nada mais é fruto das forças antagônicas ao progresso que tentam prender a humanidade num retrocesso, para um mundo totalmente anti-fraterno.

As Obras da Lei

Paulo é o único apóstolo a referí-la em seus comentários de suas cartas, afirmando que os crentes não são justificadas por elas, motivo que fez muitas doutrinas hoje toma-las ao pé da letra, confundido-as com as “boas obras”, descritas nos evangelho e também por Paulo.

Assim definiram neste outro evangelho moderno; a caridade, filantropia, honestidade, bondade, amor, benevolência e outras como sendo tais obras da lei.

Essa palavra não aparece em nenhum escrito oficial do velho testamento. Más da onde Paulo tirou esse termo “obras da lei”.

O texto aparece num escrito apócrifo dos pergaminhos do mar morto encontrados em 1947.

“Agora escrevemos para vós algumas das obras da lei, aquelas que determinamos que fossem ser benéficas a todos… E deverão ser reconhecidas por vós como justiça, em que vós têm feito o que é correto e bom perante Ele…”(4QMMT (4Q394-399) Seção C linhas 26b-31).

O texto é claro, quanto aos ensinos rabínicos, que eram tomados por regras de conduta moral e de mais importância na época do apóstolos e que Jesus ás criticas por violarem as leis divínas do Velho Testamento.

“E dizia-lhes: Bem invalidais o mandamento de Deus para guardardes a vossa tradição.” (Marcos 7:9)

Obras lei de Moisés

As tradições orais e os Talmuds

Os escribas judeus afirmam que o Talmude é em parte uma coleção de tradições que Moisés deu em forma oral ou tradições da Mishnah.

Lembremos que a graça (tempo do evangelho), significa uma restauração das leis de Deus, retirando as leis Mosaicas e mantendo só as divinas.

A intenção do Mishnah era favorecer o espírito nacionalista na época de Moisés que com o tempo, mal entendido e desfigurado acabou-se minando os preconceitos, o espírito de posse e a supremacia judaica. Os ensinos do Talmud, vão desde ritos de higiene, dias festivos a escolha de animais maduros para os holocaustos.

“Porque, deixando o mandamento de Deus, retendes a tradição dos homens; como o lavar dos jarros e dos copos; e fazeis muitas outras coisas semelhantes a estas.” (Marcos 7:8)

Como vemos: “Obras da Lei” nunca significaram: a caridade, filantropia, honestidade, bondade, amor, benevolência e outras mais. Estas são as boas obras aos quais os cristãos devem execer de uns para com os outros.

Assim se resolve de uma vez por todas, as discrepâncias que segundo muitas crenças vulgares, existiam entre, Paulo á Tiago, Jesus, João Batista e outros. Pois uma fé sem obras, não é a de Cristo, é apenas um retrocesso nos tornando “semi-judeus”, sem frutos, diantes de um “outro evangelho”.

Este assunto é demais complexo, más deixarei os links dos artigos abaixos referêntes. Abraços e paz a todos.

Autor: Valter J.Amorim


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