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O engano da Regeneração Batismal pelo Sangue de Jesus

sangue jesus que purifica

Como a própria religião judaica que com o tempo materializou-se em seus dogmas as “obras da lei” que nada mais eram do que tradições rabínicas, o cristianismo passou da mesma forma a criar suas tradições, mitos e crendices com bases no mal entendimento bíblico.

Como o conceito de regeneração automática pelo ritual batismal que nada mais entendido em seu tempo, como um ritual iniciático na para a nova vida, cristã. A questão da purificação de todos os nossos desatinos do passado é só conquistado com o tempo, ou longo ou lento, de acordo com a fé do fiel e isso que vamos veremos aqui.

Obras da lei

Obras da Lei e Boas Obras

Diante desta crença errônea, permitiu-se uma brecha fascista dos sacerdotes mal intencionados, que passaram a oferecer uma salvação fácil e rápida como vemos hoje em dia em diversos cultos materialistas.

Uma falsa salvação sem obras, gerada pelo mal entendimento também da palavra “obras da lei”, ao qual por ignorância, passaram a interpreta-las como: caridade, compaixão, bondade, filantropia, renúncia, amor e outras mais, que na verdade, são as “boas obras” que o Evangelho define como meta de nossa regeneração. Ou melhor, existe pior satanismo do que este nas igrejas hoje em dia ?

Isso não só anula o sacrifício na cruz, pois transforma os cristãos em árvores sem frutos, presos ao misticismo e a escravização material ao chamado (devorador) que nada é o bolsos dos falsos profetas.

Obras da lei além das palavras de Paulo, só aparece numa referência á um escrito apócrifo dos descobertos no mar morto, e referem se á tradições rabínicas, como é o caso dos Talmuds.

– Trechos dos Talmuds:

“Vocês, israelitas são chamados os homens, enquanto as nações Mundial não devem ser chamados homens, mas bestas” (Baba Mezia 114 c1)

“As almas dos não-judeus vêm de espíritos impuros e são chamadas porcos” (Jalkut Rubeni Gadol 12b).

“Se vemos um idólatra (gentio) sendo puxado ou se afogando no rio, não devemos ajudá -lo. Se vemos que a sua vida está em perigo, não devemos ajudá-lo” (Maimônides Mishnah Torah p. 184).

“Os judeus que fazer o bem para os cristãos nunca se elevam quando morrem” (Zohar 1 25b).

Os talmuds não são livros inspirados, más tradições rabínicas orais. São totalmente preconceituosas, racistas e machistas. Principios este também criticados por Jesus (Marcos 7:9).

Jesus curando nossas dores

Nossas dores e enfermos

“Verdadeiramente ele tomou sobre si as nossas enfermidades, e as nossas dores levou sobre si; e nós o reputávamos por aflito, ferido de Deus, e oprimido.” (Isaías 53:4)

Essa passagem ao qual fazia referencia ao Messias no futuro e que muitos levam como a questão do pecado em si pela regeneração batismal, nada mais é do que uma referência ás curas do corpo físico feitas por Jesus em seu tempo. Os evangelhos confirmam claramente:

Vamos ver o que afirma Mateus:

“E, chegada a tarde, trouxeram-lhe muitos endemoninhados, e ele com a sua palavra expulsou deles os espíritos, e curou todos os que estavam enfermos; Para que se cumprisse o que fora dito pelo profeta Isaías, que diz: Ele tomou sobre si as nossas enfermidades, e levou as nossas doenças.” (Mateus 8:16,17)

Portanto, essa profecia messianica de Isaias nunca afirmou que o Messias purificaria os pecados da nação. A crença contrária se tornou tão popular, que isso materializou-se no filme de Mel Gibson, a paixão de Cristo, onde foi exagerado o maximo de seu sofrimento e bem querido de muitos, no conceito de quanto pior melhor, para suas salvações.

Machado posto na raiz das árvores

O Machado na Raíz das Árvores

Segundo os evangelhos, o homem se aperfeiçoa dia a dia nas “obras da graça, fé” ou “boas obras” como é descrita literalmente, se regenerando com o tempo, debitando suas dívidas “erros” do passado, a cada obra feita, essa colocação está em fiel concordância com as religiões orientais pelos conceito de Karma (méritos) e Darma (deméritos), com explica o próprio apóstolo Paulo.

“Saiba que aquele que fizer converter do erro do seu caminho um pecador, salvará da morte uma alma, e cobrirá uma multidão de pecados.” (Tiago 5:20)

Essa é a essência do próprio evangelho:

E também já está posto o machado à raiz das árvores; toda a árvore, pois, que não dá bom fruto, corta-se e lança-se no fogo…..E, respondendo ele, disse-lhes: Quem tiver duas túnicas, reparta com o que não tem, e quem tiver alimentos, faça da mesma maneira.” (Lucas 3:9-11)

Obras para a salvação e não este “outro evangelho” ao qual vemos hoje, fruto da mal interpretação da palavra “obras da lei”. Uma fé racional e regenerativa quando se compara ao judaísmo, preso a tradições, ao qual os homens dão atenção, para ocultarem seus defeitos, ao invez de lutarem contra eles pela reforma intima como explicou Jesus (Lucas 11:39).

Essa visão estreita de salvação instantânea foi mal entendida por Paulo e outros apóstolos, por isso vemos claramente, compararem Jesus como uma “sacrifício perfeito” (Hebreus 9:12, Hebreus 13:12…), ao qual por sua morte e dores levou nossos pecados, que é um conceito totalmente injusto, para uma Nova Era onde os sacrifício não seriam mais nescessários (Hebreus 10:8).

verdadeira paixão de Cristo

O Verdadeiro Sacrifício

Jesus salva pelo seus ensinos e jamais seu sangue, os espírito Ramatis deixa isso claro, quando afirma que diversos martires morreram de forma pior que Jesus, e se fosse assim, estes teriam regenerado a humanidade também.

A verdadeira PAIXÃO DE JESUS, não está em sua morte e sofrimento, más na sua descida vibratória que levou quase mil anos terrestre, para sua adaptação ao corpo físico humano por sua extirpe e origem evolutiva. Ou melhor, Jesus deixou seu mundo de energia sutis e sublimes, para adentrar num mundo primitivo de energia demôniacas para trazer ao mundo seu evangelho de amor. E nisto está seu sacrifício, pois na morte se libertou, enquanto no encarne se aprisionou.

Por isso que partimos do principio: ninguém é salvo por pertencer essa ou aquela religião, se suas atitudes não são benevolas para com o próximo em suas atitudes. Ninguém compra Deus por bajulações ritualisticas se não se melhorar na verdade.

Se esta crença sobrevive ainda, é por causa da falta de boa vontade e honestidade da maioria dos sacerdotes cristãos em falarem a verdade, pois crentes que ajudam seu semelhantes, acabaria com a dependência humana aos templos, sabendo o ser que ele é o verdadeiro guia para sua salvação.

Para um melhor entendimento, sobre salvação por batismo e outras tradições equivocadas aconselho a leituras dos artigos abaixo, abraços e luz a todos.

Autor: Valter J.Amorim


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