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A Grande Tribulação e o Fim dos Tempos

Tribulação fim

A Grande Tribulação

Muitos cristãos mais ou menos uns 90% deles, na maioria protestantes acreditam que a Grande Tribulação revelada por Daniel como a “Abominação da Desolação” no passado e confirmada no futuro por Jesus, é uma referência aos fim do mundo moderno com o tal arrebatamento; uma realidade futurista.

Mais na verdade a tribulação comentada por Jesus, é uma referência profética ao fim de um mundo, que nada mais era que o antigo Reino de Israel, depois do arrebatamento da pura igreja primitiva cristã.

Mais aqui vamos estuda-la de forma lógica com a ajuda de fatos histórica, pois na realidade este é o verdadeiro meio, excluindo a visão prosélita, pessoal e partidária, pois os fatos históricos não mentem e entenderemos o verdadeiro sentido histórico e espiritual da Grande Tribulação e do arrebatamento de seus seguidores na verdade.

Profecias da Grande Tribulação

Jesus pressentindo os dias de trevas que sobreviria sobre na nação judia e deixa sua preocupação descrevendo:

“…vendo a cidade (Jerusalém), chorou sobre ela Dizendo: …Porque dias irão sobre ti, em que os teus inimigos te cercarão de trincheiras, e te estreitarão de todas as bandas. e te derribarão, a ti e aos teus filhos que dentro de ti estiverem, e não deixarão em ti pedra sobre pedra..”.

– Semelhante em (Lucas 21:20 ao 24) e em outras passagens.

Profecia de Jesus sobre tribulação

A Abominação Desoladora de Daniel

No sermão profético Jesus referindo ao mesmo assunto da Grande Tribulação sobre os judeus afirmou:,

“Quando, pois, virdes que a abominação da desolação, de que falou o profeta Daniel…..”(Mateus 24:15)

O origem desta profecia está no livro do profeta Daniel que visitado por um anjo recebe que lhe informa dos futuros acontecimentos destinado á nação judia, prescindindo pós morte do Messias.

“….Será tirado o Messias, e não será mais; o povo do príncipe, que há de vir; destruirá a cidade e o santuário, e o eu fim será como uma inundação; e até o fim haverá guerras estão determinadas assolações.”(Dan 9:26).

– Basta aqui comentar que inundação representa simbolicamente no judaísmo “invasão”.

Analisando ainda mais a profecia, percebe-se que haveria a destruição do templo, dando margem a épocas mais afrente para o fim, e foi exatamente isso que ocorreu, pois a tribulação ocorreu no ano 70dc e somente no ano 135dc que houve o fim total deste reino.

Infelizmente muitos ainda acreditam que este fim ainda está para ocorre !

A Grande Tribulação e o Fim

Grande tribulação

A Primeira Guerra Judaico-Romana (66 d.C.-70 d.C.), às vezes chamada de Grande Revolta Judaica, foi a primeira de três grandes rebeliões dos judeus contra o Império Romano.

Em março do ano 70, o general Tito Vespaziano arrasou a cidade de Jerusalém, enquanto o templo era consumido pelo fogo, 1.100.00 cadáveres juntavam os escombros e 97 mil sobreviventes eram feitos prisioneiros, amarrados e levados para Roma.

Tribulação e o fim de Israel

E mais tarde no ano 135, tendo esta nação obstinada aclamou um messias político na pessoa de Bar Cocheba – um dos falsos messias a que Jesus se referia antes, entrou em luta com os romanos, foi definitivamente exterminada, arrasada e seu povo espalhado pelo mundo.

Confirmando o que Jesus já havia proferido: “Jerusalém, Jerusalém, que mata os profetas e apedrejas os que te são enviados….Eis que vossa casa vos deixará deserta…” (Lucas 13:34e35).

– Josefo descreve o que viu, uma visão triste e barbara sobre o que podemos chamar de a ira divina.

“De qualquer lado que se lançassem os olhos, só se viam fuga e desarmada e incapaz de se defender. Em volta do altar havia montes de cadáveres, que eram atirados, depois de assassinados, àquele lugar santo, o qual não era destinado a sacrificar tais vítimas; rios de sangue corriam por todos os degraus.”

– Em uma passagem Joséfo afirma: “De todas as guerras que se travaram, quer de cidade contra cidade, quer de nação contra nação, o nosso século ainda não viu outra tão grande”, se baseado na profecias de Jesus, vemos que até a extensão da guerra se cumpriu á risca (Mateus 24:21).

As parábolas Proféticas de Jesus

Parábola da bodas

Apesar de muitas parábolas de Jesus sempre possuírem enredos educativos ao lado moral, em uma delas descrevia profeticamente da futura transição entre o judaísmo e cristianismo.

“…um certo rei que celebrou as bodas de seu filho; E enviou os seus servos a chamar os convidados para as bodas, e estes não quiseram vir. Depois, enviou outros servos, dizendo: Dizei aos convidados: Eis que tenho o meu jantar preparado, os meus bois e cevados já mortos, e tudo já pronto; vinde às bodas. Eles, porém, não fazendo caso, foram, um para o seu campo, outro para o seu negócio; E os outros, apoderando-se dos servos, os ultrajaram e mataram.

Invasão de jerusalem em 70dc

E o rei, tendo notícia disto, encolerizou-se e, enviando os seus exércitos, destruiu aqueles homicidas, e incendiou a sua cidade. Então diz aos servos: As bodas, na verdade, estão preparadas, mas os convidados não eram dignos. Ide, pois, às saídas dos caminhos, e convidai para as bodas a todos os que encontrardes. E os servos, saindo pelos caminhos, ajuntaram todos quantos encontraram, tanto maus como bons; e a festa nupcial foi cheia de convidados.”

– O mesmo enredo profético é descrito na parábola dos Lavradores Infiéis. vejam (Marcos 12).

Agora continuando nossa interpretação temos o seguinte;

O Rei ? é Deus !

Os primeiros convidados ? são os Os Judeus !

Os servos do Rei ? são os Os profetas !

-O filho do Rei ? é Jesus ( O Cristo) !

O exercito do rei ? os (Os Romanos) !

-Os bons e maus que foram convidados em lugares dos primeiros? são os (Os Gentios) ou novos cristãos !

– Por isso que Jesus disse: Que os primeiros (Judeus) seriam os últimos e os últimos (Gentios) os primeiros. grifo nosso :

Fonte Evangelho Segundo o Espiritismo.

Sinal do filho homem nos céusOs Sinais do Filho do Homem

Jesus prediz que antes daqueles dias apareceria o sinal do filho do homem no céu. Flavio Josefo, que foi um escritor e historiador judeu que viveu entre 37 e 103 e participou desta guerra, afirmou que.

Antes de irromper a guerra, ele em uma de suas obras, afirma que foram avisados em sinais sobrenaturais que ocorreram nesta época, e em uma delas ele afirmou que:

* Um cometa em forma de espada (cruz) foi visto e brilhou por um ano nos céus de Jerusalém. (o possível sinal que Jesus falou).

– Fora outros que foram também citados por Joséfo e que não citarei aqui, para deixar uma postagem mais resumida e simples.

Os Falsos Profetas

Lobo em pele de cordeiroJesus também avisa, para que muitos ficassem em guardas para não caírem, nos contos dos futuros falsos profetas que apareceriam, aviso este direcionados ao povo como também aos apóstolos.

Segundo Flávio Joséfo (foto ao lado) em uma das revoltas, ele relata :

Flavius joshefo

Historiador judeus Flavio Josefo

Um falso profeta egípcio, que era um impostor, de tal modo fascinou o povo que chegou a reunir perto de trinta mil homens. Mas Félix partiu contra ele, com tropas romanas. O combate travou-se; os que seguiam o egípcio que foram dizimados mas ele conseguiu escapar com o restante.”

“Não devemos nos admirar da credulidade do povo. Mas aquele povo infeliz é tanto mais digno de lástima, quanto prestando fé facilmente aos impostores que abusavam do nome de Deus para engana-los.”

“Um impostor, fazendo-se de profeta, foi a causa da morte de seis mil pessoas do povo, que pereceram no templo.”

– Sem contar com Simon Bar Kokhba, que foi o responsável pela guerra judaica no ano 135.

Não passaria aquela Geração

Geração de jesusEm Marcos se diz claramente:

“ Na verdade vos digo que não passará esta geração sem que estas coisas aconteçam”. (Marcos 13:30)

Ou seja a geração que ali vivia com cristo nesta mesma época, estes mais ou menos viveram até o ano 120 se chegar á isso, confirmando com a primeira invasão á Jerusalém que foi no ano 70 dc.

Esta afirmação positiva é sancionada também em: (Marcos 9:01, v 13:30), (Mateus 10: 23, v23:36).

E Jesus referindo aquela classe sacerdotal diz:

“Para que desta geração seja requerido o sangue de todos os profetas que, desde a fundação do mundo, foi derramado; Desde o sangue de Abel, até ao sangue de Zacarias, que foi morto entre o altar e o templo; assim, vos digo, será requerido desta geração.” (Lucas 11:50-51).

– E o fato acabou se concluindo, Deus sendo perfeita justiça, pode-se entender que quando irrompeu esta tribulação naquela nação, podemos entender que ela estava habitada por espíritos encarnados devedores, que colheram seus frutos de encarnações passadas até o último centil.

Volta de Jesus na tribulação

A Segunda Vinda de Jesus

Na parábola dos Lavradores infiéis  se diz claramente:

“ E, por último, enviou-lhes seu filho (Jesus), dizendo: Terão respeito a meu filho. Mas os lavradores, vendo o filho, disseram entre si: Este é o herdeiro; vinde, matemos-lo, e apoderemos-nos da sua herança.E, lançando mão dele, o arrastaram para fora da vinha, e o mataram.

Quando, pois, vier o senhor da vinha, que fará àqueles lavradores?Dizem-lhe eles: Dará afrontosa morte aos maus, e arrendará a vinha a outros lavradores, que a seu tempo lhe dêem os frutos. “ (Mateus 21:33-41).

– Portanto sua segunda vinda foi simbólica sobre a nação judia, na glória de Deus, como ele fazia no antigo testamento para julgar as nações; “sobre as nuvens”, e tudo sobre aquela geração da igreja primitiva.

Esse termo simbólico também foi usado contra o Egito em (Isaías 19:01) é só compará-lo com (Lucas 21:27) e vão perceber o sentido simbólico da segunda vinda, o Livro de Apocalipse foi escrito entre os anos 68 e 70 antes da guerra, e as primeiras mensagens do livro são revelações destinadas as igreja primitivas da época.

No capítulo (Ap 1:07) se diz :

“Eis que vem com as nuvens, e todo o olho o verá, até os mesmos que o traspassaram; e todas as tribos da terra se lamentarão sobre ele. Sim. Amém.”

Ou seja: aqueles que o perfuraram ou o assassinaram!

Depois do fim daquele mundo a vinha foi dadas aos cristãos pela igreja primitiva e futuramente pela Igreja Católica Romana, mesmo que de forma limitada.

Outro fato é que o evangelho segundo João escrito aproximadamente no ano 90d.C não menciona a grande tribulação, pois já havia ocorrido a destruição, portanto já era história e não mais profecia.

O Arrebatamento e o Resgate

Arrebatamento antes tribulação

“Digo-vos: Naquela noite estarão dois numa cama; um será tomado, e o outro será deixado.” (Lucas 17:34)

– Semelhante também nos capítulos 35 e 36, Muitos cristãos acreditam ser uma alusão ao arrebatamentos de corpos ao paraíso, mais na lógica isto se referia a expiação que os judeus sofreriam, sendo os que não foram mortos, foram levados com prisioneiros para Roma e Jesus confirma isto sobre o local desta carnificina em (Lucas 17:37).

E mais em uma de suas citações Jesus afirmou:

“E ele enviará os seus anjos com rijo clamor de trombeta, os quais ajuntarão os seus escolhidos desde os quatro ventos, de uma à outra extremidade dos céus.” (Mateus 24:31).

-Esta época se cumpri com as primeiras igreja fundadas por Paulo e outros evangelistas, é quando se percebe uma explosão de manifestações dos dons espirituais (mediúnicos), dos fieis para com os intercessores divinos. Na carta aos hebreus se diz claramente:

“Não são porventura todos eles (anjos) espíritos ministradores, enviados para servir a favor daqueles que hão de herdar a salvação?” (Hebreus 1:14).

Ou seja: Jesus não dizia a pregar á todo globo, pois quando citava “todas as nações”, citava aqueles mundo onde a grande maioria dos espíritos estavam encarnados.

“E em Jerusalém estavam habitando judeus, homens religiosos, de todas as nações que estão debaixo do céu.” (Atos 2:5).

– Portanto o resgate e as pregações finais era destinado aquele mundo, que segundo Paulo foi concluído em sua época.

“Mas o Senhor assistiu-me e fortaleceu-me, para que por mim fosse cumprida a pregação, e todos os gentios a ouvissem; e fiquei livre da boca do leão.” (2 Timóteo 4:17).

– Portanto este é o sentido material ou físico da palavra “salvação”, se cumprindo naquela época e com aquela geração, pois tudo que indica é quando ocorreu os desígnios divinos sobre aquele mundo, os escolhido já haviam sidos retirados dali.

Destruição de Jerusalém em 70 dcO Amanhã Pertence a Deus

Jesus talvez usará este termo “ninguém sabe aquele dia” porque o a linha do destino, ou seja; todas as verdades referente ao futuro não pertencia a ele, pois o destino não existe podendo ser mudado e se os Judeus tivessem seguido seus ensinos, o destino seria mudado.

A Grande Tribulação apesar desta profecia possuir um caráter totalmente expiatório judaico, marcando um fim de tipo de predomínio, para a eclosão de um novo tempo. A era cristã.

A questão aqui não é propagar uma ideia anti-semita, e o mais importante, denegrir a imagem daquele que foi e é o farol a seguir por muitos pelo exemplo de amor, renúncia, fé e caridade para todos os homens, como um verdadeiro perseguidor de judeus.

Numa visão um pouco limitada, pode-se entender que esta justiça divina se caracterizava em combater a hipocrisia religiosa, que consistia na mentalidade exclusivista, egoísta, e limitada que domina a religião e utiliza do nome de Deus, para propagar a iniquidade, barrando a justiça e o próprio progresso e o amor incondicional.

Numa visão mais espiritualizada vê-se que Jesus na sua condição de espírito evoluidíssimo, quis ensinar que aqueles que se apegam ao mundo como grande amor, passam a sofrer depois com as decepções para com a pátria espiritual em que todos teremos que voltar um dia, ou seja, o apego ao materialismo leva a dor e sofrimento, tanto na terra como também no plano espiritual.

Na visão espírita podemos entender que esta situação em que se encontrava o povo judeu naquele tempo é uma característica das raças semi-primitivas e que estão predestinadas a passar por várias situações assim, gerado pelo apego exagerado às riquezas mundanos que sempre levam ás desilusões na vida presente.

A Grande Tribulação Já Ocorreu ?

Autor: Valter J. Amorim (o Administrador)

Fontes: O Evangelho Segundo o Espiritismo, A Hora do Apocalípse (Edgard Armond), E a Bíblia Sagrada, A História dos Judeus de Flávio Joséfo.



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